Perry Farrell lança "Kind Heaven", confira como está o álbum

Por Rogério Talarico

Na última terça-feira a MetalConcerts foi ao escritório da BMG Brasil e teve a oportunidade de ouvir o novo álbum do Perry Farrell intitulado “Kind Heaven” que foi lançado hoje em todas as plataformas digitais. É o primeiro álbum completo que Perry lança em 18 anos.
O exímio vocalista do Janes Addiction e dono do festival Lollapallooza esteve presente através de uma videoconferência no Skype para um rápido bate-papo e adiantou que sua banda solo tocará na próxima edição do festival que acontecerá no ano que vem no Brasil.

O álbum possui 9 canções e mescla rock, pop, música clássica, eletrônica de forma coesa e nada enjoativa. Perry dá ‘as boas vindas’ com “(Red, White, and Blue) Cheerfulness” (2min21seg) que é uma música alegre, dançante e lembra os grandes hits dos Beatles. “Pirate Punk Politician” (2min50seg) começa com um bom solo com muita distorção ‘a la Tom Morello’ e lembra os hits do Rage Against the Machine, sendo uma das mais pesadas deste CD.

“Snakes Have Many Hips” (3min28seg) tem uma pegada blues e mistura rock, pop e é igualmente alegre assim como o restante do álbum e possui elementos como bateria e violino de forma predominante por toda canção. “Machine Girl” (3min36seg) é o single deste álbum e certamente é uma das mais marcantes, com muitos sintetizadores e um pegajoso refrão.

“One” (4min03seg) começa com uma voz computadorizada e é bem dançante, possui riffs de guitarras, sintetizadores e um clássico solo de rock n’roll fechando a canção. “Where Have You Been All My Life” (3min25seg) é uma típica balada de rock alternativo e também possui um refrão marcante que se repete algumas vezes causando aquele ‘efeito chiclete’ na mente, instantaneamente. “More Than I Could Bear” (4min18seg) remete a uma clássica trilha sonora de filme, contendo elementos como piano e uma orquestra que acompanha Perry por toda canção.

“Spend The Body” (3min02seg) é dançante e exceto pelo breve solo de guitarra no final, não tem nenhum outro elemento de rock presente, sendo uma das mais diferentes do álbum. O álbum então finaliza de forma épica com “Let's All Pray For This World” (4min09seg) sendo uma canção que remete esperança ao mundo, outra com muitos elementos como sintetizadores, bateria eletrônica e possui um quarteto de cordas que finaliza este cd de forma bem inovadora.

Neste disco Perry inova, não se prende ao seu passado e faz exatamente o que quer, mostrando todo seu talento fabricando músicas que se encaixam em baladas de rock, pop ou até mesmo em uma novela de televisão. Vale a pena ouvir!

Agradecimentos a Danielle Lage da BMG pelo convite.

 

Slash feat Myles Kennedy and the Conspirators - Espaço das Américas, São Paulo – 25/05/2019

Texto e fotos Por Rogério Talarico

Slash é um nome que dispensa apresentações e até mesmo quem não é amante do bom e velho Rock N’Roll conhece ‘o guitarrista da cartola’. Com uma consolidada carreira no Guns N’Roses, Saul Hudson (como fora batizado) é conhecido por ser um dos mais versáteis guitarristas do mundo, já tendo tocado com ícones que vão de Elton John a Michael Jackson retornou ao Brasil para uma extensa série de 8 shows com seu atual projeto intitulado Slash Featuring Myles Kennedy and The Conspirators.

Essa banda está tão consolidada hoje que não dá nem para ser chamado de projeto paralelo, uma vez que o grupo já possui 5 álbuns com o exímio Myles Kennedy nos vocais sendo 3 deles de estúdio e veio ao Brasil divulgando seu mais recente lançamento, o aclamado “Living the Dream” lançado no final do ano passado.

Convidados pelo próprio Slash, os paulistas da banda República foram os escolhidos para esquentar os shows do Brasil (exceto o show de Porto Alegre que ficou a cargo da banda local Rebel Machine). Capitaneados por Leo Bering, pontualmente às 20h30min subiram ao gigantesco palco do Espaço das Américas para executar canções de seu último álbum, “Brutal and Beautiful”. Bastante conhecidos pelo Brasil, a banda que vem abrindo muitos shows internacionais e participando de festivais renomados como o Rock in Rio é bem animada no palco e esbanja simpatia com o público.  Com uma apresentação de 40 minutos, tocaram canções como “Black Wings”, “Time to Pay” e “Take It”, seu mais novo single.

Formado por Slash e Frank Sidoris nas guitarras, Todd Kerns no baixo, Brent Fitz na bateria e o incrível e versátil Myles Kennedy nos vocais, sem muitas delongas a banda entrou no palco ao som de “The Call of the Wild”, faixa que abre também o novo disco do quinteto. Slash tocando no palco não é apenas um guitarrista, é uma entidade que hipnotiza os olhos de todos que o veem solando e certamente escolheu a dedo cada um dos músicos que o acompanham, visto a sincronia, qualidade e interação da banda no palco.

Do novo disco foram tocadas sete canções, dentre elas as ótimas “My Antidote”, “Serve Your Right” e e calma “The One You Loved is Gone” que foi um dos pontos altos do show, mas certamente as canções mais antigas como “Back From Cali” e a bela “Starlight” que foi extremamente bem executada pelo ótimo Myles Kennedy que animaram o público. Outro ponto forte foi o momento em que o talentoso Todd Kerns assumiu os vocais e incendiou o público cantando duas canções, sendo “We all Gonna Die” e “Doctor Alibi”, originalmente cantadas por Iggy Pop e Lemmy Kilmister, mostrando que não é apenas um bom baixista, mas também um ótimo frontman.

Em meio à solos como o executado no final da canção “Wicked Stone” que durou 15 minutos e deu uma acalmada geral no show, Slash e banda apenas apresentaram “Nighttrain” de sua carreira com o Guns, de certo mostrando que o grupo tem repertório de sobra para não viver apenas do passado e a casa cheia comprovou isso. Após o bis, apenas “Anastasia” do álbum Apocalyptic Love foi executada e contou com mais um curto solo de Slash e, com muita empolgação, o grupo se retirou do palco após ser ovacionado pela plateia.

De fato é um grupo consolidado e que pela presença de palco, composições e por shows lotados pelo mundo todo ainda tem muita história pra contar. Que não demorem para gravar um novo álbum e voltarem ao Brasil.

Agradecimentos a Simone e Denise Catto da Catto Comunicação pela atenção e credenciamento.

Set List:

The Call of the Wild
Halo
Standing in the Sun
Apocalyptic Love
Back From Cali
My Antidote
Serve You Right
Boulevard of Broken Hearts
Shadow Life
We're All Gonna Die
Doctor Alibi
The One You Loved Is Gone
Wicked Stone
Mind Your Manners
Driving Rain
By the Sword
Nightrain
Starlight
You're a Lie
World on Fire

Bis:
Anastasia

 

Resenha "Rammstein", Rammstein

Por Rogério Talarico

Como anteriormente informado, em nossas redes sociais, a MetalConcerts.net teve acesso exclusivo ao novo álbum do Rammstein, que leva o próprio nome da banda. O evento de audição aconteceu no escritório da Universal Music, em São Paulo . O álbum que será lançado dia 17 de maio no mundo todo, foi produzido por Olsen Involtini que já trabalhou anteriormente com a banda nos álbuns “Mutter” e “Reise Reise”. Riffs marcantes, linhas vocais insanas, muitas partes eletrônicas e peso na medida resumem o novo álbum dos alemães, que surpreendem a cada lançamento. Este que vos escreve contará em detalhes, canção por canção, sobre a visão de um dos álbuns mais aguardados do ano.

Na imagem acima a capa de "Rammstein"

“Deutschland” (05:26)
O primeiro single lançado abre o CD e dá “boas vindas” ao que vem a seguir. Com sintetizadores, a música começa seguida por expressivas linhas vocais. Contando um pouco da história da Alemanha, de forma crítica, a música tem várias nuances e permanece quase toda calma, apenas com teclado, sintetizadores e riffs de guitarra até um explosivo e marcante refrão.

“Radio” (04:37)
A segunda canção deste álbum também é o segundo single divulgado pela banda. Também com início eletrônico comandando pelo tecladista Christian “Flake” Lorenz e com riffs de guitarras massantes e repetitivos, a música possui uma grande referência a uma “marcha militar”, um pegajoso refrão além de solos de teclado/sintetizadores e, finaliza com os instrumentos em forma crescente assim como outra canção do grupo, a conhecida “Benzin” do álbum Rosenrot (2005).

Zeig Dich (04:16)
Talvez a mais marcante deste lançamento pela forma surpreendente como inicia, com coral estilo canto gregoriano em meio a alguns riffs de guitarras parecidos com os executados em “Zerstören”, também do álbum Rosenrot (2005). Além de possuir uma notável presença do baterista Christoph Schneider comandando a música, continua com Till Lindemann cantando boa parte da canção com palavras isoladas e um instrumental muito pesado, até finalizar da mesma forma que começou, com coral.

Ausländer (03:52)
A mais dançante do álbum. Com bastante elementos eletrônicos do início ao fim da canção, Lindemann inicia a canção quase que à capella, de forma bem marcante e insana permanece cantando, sendo o ponto alto da canção. É a música que mais tem sintetizadores e menos guitarras e peso do álbum.

Sex (03:56)
Iniciar com teclados e sintetizadores é a ‘marca de introdução’ deste álbum. Com todos os instrumentos entrando juntos, a música permanece no mesmo ritmo até que Lindemann convida quem está ouvindo para transar ao som de um refrão frenético. Com algumas risadas insanas e mais teclados, termina com Till brandando a palavra “Sex”.

Puppe (04:33)
Assim como “Spieluhr”, do álbum Mutter (2001), esta inicia-se com Till cantando de forma calma. De forma crescente tanto voz e instrumental levam o ouvinte a uma ambientação mais sombria, densa, agressiva, sendo para mim o ponto alto do CD. Com um soturno refrão e linhas de baixo extremamente audíveis, termina ao som de um calmo teclado.

Was Ich Liebe (04:30)
Com uma pesada bateria, sintetizadores eletrônicos e linhas vocais tênues a música provavelmente é a mais cadenciada do álbum e se mantem de uma unica forma por quase toda canção. Possui algumas repetições da primeira estrofe da música e uma pequena paralisada no som dos instrumentos antes de findar ao som de uma gaita.

Diamant (02:33)
Ao som de acordes de violão, Till recita os versos da canção com um tom sombrio e triste. Certamente a mais calma e pode ser considerada a “balada” do CD, além de ser a mais curta.

Weit Weg (04:19)
Após a calmaria da canção anterior, “Welt Weg” retoma o clima do álbum. Ritmada, possui linhas vocais compassadas, assim como o instrumental que se mantem constante, sem muitas viradas durante a música. Termina de forma semelhante a outro hit do grupo: a conhecida “Mein Herz Brennt” (Mutter, 2001).

Tattoo  (04:10)
Com riffs marcantes de guitarra e bateria, retoma o êxtase do início do álbum. Linhas vocais expressivas e com um caótico, pesado e conturbado refrão, possui uma ótima sequência de baixo executado por Oliver Riedel. O ápice da canção acontece no final, com as fortes linhas vocais de Till.

Hallomann (04:09)
Inicia com o baixo de Oliver e Till cantando calmamente. Christoph, então, com sua bateria dita um novo ritmo para ela, mudando totalmente sua cadência e direção da canção, transformando-a praticamente e outra. A música possui um refrão épico e finaliza de forma única com teclados de Flake e com um coral solfejando um trecho da canção.

“Rammstein” é mais uma obra prima executada por essa banda que já possui 25 anos de história e mais de 20 milhões de discos vendidos no mundo, digna de uma espera de 10 anos sem lançar um álbum de estúdio. Bem trabalhado, “Rammstein” não inovou e manteve a essência dos alemães e certamente agradará todos os fãs que não veem a hora da próxima sexta-feira chegar.

Agradecimentos à Jennifer Mello da Universal Music Brasil pelo convite e atenção.

Como anteriormente informado, em nossas redes sociais, a MetalConcerts.net teve acesso exclusivo ao novo álbum do Rammstein, que leva o próprio nome da banda. O evento de audição aconteceu no escritório da Universal Music, em São Paulo, anunciando o lançamento mundial no dia 17 de maio de 2019. O álbum “Rammstein” contou com a produção de Olsen Involtini, que trabalhou anteriormente com a banda nos álbuns “Mutter” e “Reise Reise”. Riffs marcantes, linhas vocais insanas, muitas partes eletrônicas e peso na medida resumem o novo álbum dos alemães, que surpreendem a cada lançamento. Este que vos escreve contará em detalhes, canção por canção, sobre a visão de um dos álbuns mais aguardados do ano.

“Deutschland” (05:26)

O primeiro single lançado abre o CD e dá “boas vindas” ao que vem a seguir. Com sintetizadores, a música começa seguida por expressivas linhas vocais. Contando um pouco da história da Alemanha, de forma crítica, a música tem várias nuances e permanece quase toda calma, apenas com teclado, sintetizadores e riffs de guitarra até um explosivo e marcante refrão.

“Radio” (04:37)

A segunda canção deste álbum também é o segundo single divulgado pela banda. Também com início bem eletrônico comandando pelo tecladista Christian “Flake” Lorenz e com riffs de guitarras repetitivos, a música possui uma grande referência a uma “marcha militar”, um pegajoso refrão além de solos de teclado/sintetizadores e, finaliza com os instrumentos em forma crescente assim como outra canção do grupo, a conhecida “Benzin” do álbum Rosenrot (2005). 

Zeig Dich (04:16)

Talvez a mais marcante deste lançamento pela forma surpreendente como inicia, com coral  estilo canto gregoriano em meio a alguns riffs de guitarras parecidos com os executados em “Zerstören”, também do álbum Rosenrot (2005). Além de possuir uma notável presença do baterista Christoph Schneider comandando a música, que continua com Till Lindemann cantando boa parte da canção com palavras isoladas e um instrumental muito pesado, até finalizar com mais corais.

Ausländer (03:52)

A mais dançante do álbum. Com bastante elementos eletrônicos, Lindemann inicia a canção quase que à capella e de forma bem marcante e insana permanece cantando, sendo o ponto alto da canção. É a música que menos tem guitarras e peso do álbum. 

Sex (03:56)

Iniciar com teclados e sintetizadores é a ‘marca de introdução’ deste álbum. Com todos os instrumentos entrando juntos, a música permanece no mesmo ritmo até que Lindemann convida quem está ouvindo para transar ao som de um refrão frenético. Com algumas risadas insanas e mais teclados, termina com Till brandando a palavra “Sex”.

Puppe (04:33)

Assim como “Spieluhr”, do álbumMutter (2001), esta inicia-se com Till cantando de forma calma. De forma crescente se torna densa, pesada, sombria e agressiva, sendo para mim o ponto alto do CD. Com um soturno refrão e o baixo extremamente timbrado, termina com teclados .

Was Ich Liebe (04:30)

Com baterias, sintetizadores e linhas vocais tênues a música começa uma cadência mais marcante do álbum . Possui algumas repetições da primeira parte e uma pequena pausa antes de acabar ao som de uma gaita. 

Diamant (02:33)

Ao som de acordes de violão, Till recita os versos da canção com um tom sombrio e triste. Certamente a mais calma e pode ser considerada a “balada” do CD, além de ser a mais curta.

Weit Weg (04:19)

Após a calmaria da canção anterior, “Welt Weg” retoma o clima do álbum. Ritmadas, as linhas vocais, assim como o instrumental, são constantes durante a música.  Termina de forma semelhante a outro hit do grupo: a conhecida “Mein Herz Brennt” (Mutter, 2001).

Tattoo  (04:10)

Com riffs marcantes de guitarra e bateria, retoma o êxtase do início do álbum. Linhas vocais expressivas e com um caótico e conturbado refrão, possui uma ótima sequência de baixo executado por Oliver Riedel. O ápice da canção acontece no final, com as fortes linhas vocais de Till.

Hallomann (04:09)

Inicia com o baixo de Oliver e Till cantando calmamente. Christoph, então, com sua bateria dita um novo ritmo para ela, mudando totalmente sua cadência. A música possui um refrão épico e finaliza de forma única com teclados de Flake e corais solfejando um trecho da canção.

“Rammstein” é mais uma obra prima executada por essa banda que possui 25 anos de história e mais de 20 milhões de discos vendidos no mundo. É um lançamento digno de uma espera de 10 anos sem lançar um álbum de estúdio. Bem trabalhado, “Rammstein” não inovou e manteve a essência dos alemães e certamente agradará todos os fãs que não veem a hora da próxima sexta-feira chegar.


 [BAM1]Não entendi muito o que vc quis descrever aqui.

 [BAM2]Não seria coral?

 [BAM3]Eu fiquei intrigada que vc acha que é a mais dançante, e falou que o cara canta à capella. Não teria mais nada pra falar da música?

 [BAM4]Poderia colocar um adjetivo aí..pra dar o feeling do som do teclado

 [BAM5]Só foi uma ideia...pra mudar a forma de introdução e a palavra inicia

 [BAM6]Achei que ficou um pouco vago

 

 [BAM7]Foi o que eu entendi do que vc tinha escrito...fiquei um pouco confusa..
e me deixa um pouco confusa iss de vc se referir a ritmo...não tem como ter ideia nenhuma do tipo de ritmo...sei que é complicado! rs


 

Delain e Vuur - Tropical Butantã, São Paulo - 17/05/2019

Com produção da Dynamo Brazilie e do projeto cultural HonorSounds, as bandas holandesas VUUR e Delain se apresentam no dia 17 de maio de 2019 no Tropical Butantã, em São Paulo.

Os ingressos estão à venda pelo site da Ticket Brasil e os valores começam à partir de R$120,00 com opção de ingresso promocional doando 1kg de alimento para campanha #corridacontrafome.

A banda VUUR, da renomada vocalista holandesa Anneke van Giersbergen (The Gathering, Gentle Storm, Devin Townsend Project, Danny Cavanagh, Ayreon), vem ao país pela primeira vez para divulgar o álbum “In This Moment We Are Free – Cities”. O grupo é formado por Anneke van Giersbergen (Vocal), Ed Warby (bateria), Jord Otto (guitarras), Ferry Duijsens (guitarras) e Johan van Stratum (baixo).

Anneke van Giersbergen será sempre conhecida como vocalista do The Gathering, mas desde que se solidificou sua carreira solo e gravou vários discos com Devin Townsend, entre outros, o interesse da cantora em criar uma nova banda cresceu cada dia mais. Para apresentar seu lado mais progressivo, Anneke formou a VUUR, uma nova banda que apresenta alguns dos melhores instrumentistas da Holanda.
O nome VUUR, traduzido do holandês como “fogo”, também pode ser interpretado como “paixão” ou “unidade”. “É como se eu estivesse procurando por contradições”, disse Anneke. “Eu quero que o meu lado mais pesado na música seja realmente pesado, e minha música acústica suave ser quase silenciosa e interna”, completou.
A banda holandesa Delain co-headliner desta incrível noite, está na estrada promovendo o último álbum de estúdio “Moonbathers”, terá a responsabilidade de realizar show em conjunto em todas as datas desta excursão brasileira. Formado por Charlotte Wessels (vocal), Martijn Westerholt (teclados), Otto Schimmelpenninck van der Oije (baixo), Timo Somers (guitarras), Merel Bechtold (guitarras) e Joey de Boer (bateria), o Delain também vem ao país para divulgar o EP “Hunter's Moon”, que será lançado no dia 22 de fevereiro.

Serviço: Delain e Vuur
Local: Tropical Butantã
Endereço: Av. Valdemar Ferreira, 93 - Butantã, São Paulo - SP,

Ingressos:

Compre online e parcele em até 12x:



 

No próximo sábado acontece o Woodstock Grass #1 no Augusta 339!

Sábado dia 18 de Maio de 2019 acontecerá o primeiro Woodstock 339! Um festival de música pensado para unir público e bandas, nas casas que promovem o som autoral em São Paulo.
Nesta primeira edição, o festival contará com as bandas Turmallina, Drama Fox, Cuidadosamente Aleatória e Zanatas. Também ocorrerá um flash tattoo realizado pela tatuadora Lolatattooist!

Confira abaixo o serviço do show:

Serviço: Woodstock Grass #1
Local: Av Augusta, 339
Ciade: São Paulo - SP
Horário: Á partir das 23h.

Lineup:
23:30 - Turmallina
00:30 - Drama Fox
01:30 - Cuidadosamente Aleatória
02:30 - Zanatas

Ingressos:
De R$20,00 a R$25,00.

Pontos de venda:
Local: Av Augusta, 339

Links relacionados:

https://www.facebook.com/events/432944687481032/
https://www.facebook.com/cuidadosamentealeatoria/

 

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