Týr – Estúdio Emme, São Paulo - 30/07/2011

Por Rogério Talarico
Fotos por Bárbara Martins

Os Faroeses do Týr saíram da pequena ilha da Dinamarca para uma turnê sul-americana, sendo um dos shows no Estúdio Emme, São Paulo. Com seu Viking Metal, um estilo de música pouco difundido aqui no Brasil, infelizmente não lotaram a casa de shows conforme esperado, porém divertiram muito o público na noite que viria a seguir.

Entraram pontualmente no palco, conforme prometido pela produtora do show CP Management/Rock Brigade (que está dando um show quanto ao cumprir o programado) e muito animados, iniciaram a belíssima noite com “Flames of the free” e sem respirar emendaram com seu mais conhecido single, “Sinklars Vísa” que é cantada em Faroé, língua nativa de seu povo. “Northern Gate” e “Wings of Time” foram ovacionada aos berros pelo público, o que deixou a banda bem contente, demonstração essa que foi feita pelo baixista Gunnar Helmer Thoms. A calma “Ragnarok” foi execuada, tendo até um ótimo solo de guitarra contido nesta canção e sendo visível a felicidade de toda a banda por estar tocando em solo brasileiro que continuou com “Shadows of the swastika” e “Hall of freedom”.

“The Rage of the Skullgaffer” e “Tróndur Í Gøtu” foram as responsáveis por fazer o público acompanhar a banda cantando um errado faroés, tornando tudo um tanto cômico, entretanto era visível a diversão do público nesta empolgante noite e, após esta canção, a banda se retirou do palco fazendo brincadeiras e palhaçadas ao público para um breve descanso.

Ao retornar, anunciaram a música que talvez os projetaram ao mundo “Hail to the Hammer”, que, após o vexame do falso faroés cantado pelo público, foi cantada aos berros em inglês, quase mais alto que a própria banda e foi procedida por “Regin Smiður” e por “Dreams”  dando vida a um bate-cabeça feito por todo o público e novamente o baixista Gunnar roubou a atenção do público ao encenar que se jogaria na platéia para comemorar com todos. Após, a esperada e dançante “Hold the Heathen Hammer High” levou o pequeno público ao delírio e, quando parecia ter acabado o show, “By the Sword in My Hand” foi iniciada com fervor pela banda, que cumpriu de forma excepcional o trabalho de divertir seu público e expandir um pouco mais sua cultura e sua musicalidade em terras tupiniquins.

 

Set List:

1-Intro
2-Flames of the free
3-Sinklars Vísa
4-Northern Gate
5-Wings of Time
6-Ragnarok
7- Shadows of the swastika
8-Hall of freedom
9-The Rage of the Skullgaffer
10-Tróndur Í Gøtu
11-Hail to the Hammer
12-Regin Smiður
13-Dreams
14-Hold the Heathen Hammer High
15-By the Sword in My Hand

 

Agradecimentos: Costábile SS Jr. e CP Management

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