Sonata Arctica faz grande show, nesta sexta-feira, em São Paulo

Sonata Arctica, um dos grupos mais importantes do atual cenário do heavy metal mundial, se apresenta, nesta sexta-feira (19/05), no Aquarius Rock Bar, em São Paulo. O show que traz a bem-sucedida turnê promocional do álbum “The Ninth Hour” é um dos mais aguardados pelos amantes do metal melódico.

Tony Kakko (vocal), Elias Viljanen (guitarrista), Pasi Kauppinen (baixo), Henrik Klingenberg (teclado) e Tommy Portimo (bateria) novamente estão protagonizando uma das maiores turnês já realizadas por uma banda internacional no Continente. Ao todo, são 21 apresentações, sendo 10 apenas no Brasil. O grupo vai literalmente cruzar o país, de Norte a Sul. Esta é mais uma realização Dynamo Brazilie Produções.

O repertório executado nas últimas datas abrange as principais novas composições e alguns clássicos como:

We Are What We Are
Closer to an Animal
Life
The Wolves Die Young
In Black and White
Tallulah
Fairytale
FullMoon
Among the Shooting Stars
No More Silence
Abandoned, Pleased, Brainwashed, Exploited
We Are What We Are
The Power of One
Misplaced
I Have a Right
Don't Say a Word (with Vodka outro)

Com 22 anos de carreira e milhões de álbuns vendidos, o Sonata Arctica se estabeleceu como um dos mais influentes grupos da proeminente cena escandinava, principalmente por realizar bem-sucedidas turnês pelo Mundo e sempre conquistando novos fãs com suas belas performances.


ára mais informações sobre a apresentação, clique aqui.

Fonte: The Ultimate Music

 

Maximus Festival - Autódromo de Interlagos, São Paulo - 13/05/2017

Por: Bárbara Martins

Após sucesso colossal em sua primeira edição em 2016, o Maximus Festival retornou à São Paulo em menos de um ano, trazendo muita diversidade de bandas e público para diversas vertentes do Rock, gastronomia com opções para agradar a todos os gostos e tipos, entretenimento, área lounge com open bar e também a incrível experiência de estar em um festival com o padrão internacional que é a proposta oferecida pela Move Concerts.

Contando com 3 palcos em uma área com mais de 200 mil metros quadrados em Interlagos, o primeiro palco “Thunderdome” contou com as atrações nacionais Nem Liminha Ouviu e Deadfish e também com as bandas de punk/hardcore americano The Flatliners, Pennywise e Rise Against. Já no palco “Rockatansky” tivemos as bandas Oitão (banda do famoso chef de cozinha Henrique Fogaça), Hatebreed, Ghost, Five Finger Death Punch & Prophets of Rage. No palco Maximus, completando o line-up de 15 atrações e mais de 10 horas de música sem parar, tocaram as bandas Red Fang, Bohse Onkelz, Rob Zombie, Slayer e Linkin Park.

Conforme os horários das principais atrações da noite ia se aproximando, mais pessoas foram chegando, marcando a presença de cerca de 40 mil pessoas espalhadas pelo local, em sua grande maioria à frente dos palcos “Rockatansky” e “Maximus” que possuiam uma estrutura sensacional, posicionados lado a lado, finalizando um show e já começando outro na sequência.

A apresentação da banda norte-americana Slayer iniciou-se as 18h20, marcando a presença de palco crua de Tom Araya (baixo e vocal), Kerry King e Gary Holt (guitarras) e Paul Bostaph na bateria. O set-list de muito peso que deu inicio a diversas rodas de bate-cabeça contou com 15 músicas, entre elas: “Postmortem”, “Seasons in the Abyss”, “Black Magic” e o clássico “Angel of Death”, fechando a apresentação destruidora da banda.

Após o Slayer sair do palco “Maximus”, no palco vizinho as luzes foram acesas, apresentando o inicio do projeto e super-grupo americano Prophets of Rage, banda composta pelos três membros do Rage Against The Machine o baixista Tim Commerford, o guitarrista Tom Morello e o baterista Brad Wilk, dois membros do Public Enemy que são o DJ Lord e o rapper Chuck D, e também o rapper B-Real do Cypress Hill.

O repertório compôs faixas do Rage Against The Machine, Public Enemy, Cypress Hill, MC5 e também um cover, a canção “Seven Nation Army” do The White Stripes, que por incrível que pareça foi um dos pontos de maior animação do público. Outro ponto alto ocorreu quando o guitarrista Tom Morello (também ativista político) virava sua guitarra para mostrar um “Fora Temer” escrito em papel e colado nas costas de seu instrumento, recebendo aplausos de muitos fãs presentes.

Em alguns momentos, o show do Prophets Of Rage tornou-se cansativo, demonstrado pelo desânimo e pouco barulho do público, não correspondendo com o mesmo entusiasmo que a banda se apresentava no palco. Com pontos altos e baixos a banda finalizou sua apresentação com a musica “”Killing in the Name”.

Pontualmente, às 21h00, a banda Linkin Park subiu ao palco “Maximus” para atender ao grande público que os esperava. Não dá para negar que o grupo fugiu um pouco do peso do metal em seus últimos trabalhos, trazendo um estilo mais eletrônico e não condizendo nada com o público presente para assistir a banda Slayer que tocou anteriormente neste mesmo palco, fazendo com que fãs do Linkin Park com cerca de 14/15 anos se machucassem nas grandes rodas de pancadaria que o Slayer cria em seus shows.

O set-list do Linkin Park foi bem equilibrado, tocando alguns novos sons do álbum “One More Light” que será lançado dia 19 de Maio pela Warner Bros e também as músicas que os levaram à fama: “One Step Closer”, “Somewhere I Belong”, “Faint”, uma versão inusitada no piano de “Crawling” e o ponto mais alto da noite, a música “In The End”, que levou o público a loucura cantando a primeira parte da música em uníssono, fazendo com que a banda parasse de tocar para ouvi-los, sendo um momento espetacular para a banda que em todo o momento no palco elogiaram os fãs brasileiros, dizendo que são os melhores do mundo.

O Linkin Park finalizou a grande apresentação com 21 músicas, sendo Bleed It Out a última tocada, sem dúvidas, marcando o fim de mais um edição de sucesso do Maximus Festival.

Agradecimentos: Ana Beatriz Coelho da Midiorama pela atenção e credenciamento. 

Fotos: Bárbara Martins Fotografia

Para conferir todas as fotos do Maximus Festival: CLIQUE AQUI

 

Maximus 2017: confira os horários das apresentações das 15 bandas. Festival acontece dia 13 de maio

Maximus Festival 2017 já possui o seu line-up completo com quinze bandas confirmadas que se apresentarão em Interlagos, no dia 13 de maio. Na segunda edição do Maximus Festival, você poderá assistir no palco Maximus Stage, o headliner Linkin ParkSlayer, Rob ZombieRed Fang, Böhse Onkelz; no palcoRockatansky,headliner Prophets of Rage, Five Finger Death Punch, Ghost, a banda americana Hatebreed e a brasileira Oitão; e no palco Thunderdome, headliner Rise Against, Pennywise, The FlatlinersDead Fish e a banda brasileira Nem Liminha Ouviu.

Confira os horários de apresentação das 15 bandas do Maximus Festival!

Em 2016, no dia 07 de setembro, São Paulo sediou a primeira edição do Maximus Festival, que nasceu com o propósito de se tornar uma referência para os novos cenários do rock mundial. Os 25 mil fãs presentes viveram a incrível experiência de estar em um festival de padrão internacional, com quase 12 horas de som, 11 bandas internacionais e quatro nacionais que se revezaram nos três palcos, além de aproveitarem as opções de entretenimento, gastronomia e diversão montadas em uma área de 200 mil metros quadrados em Interlagos.

A nova edição do Maximus Festival repetirá a configuração do evento de 2016, com os palcos MaximusRockatansky Stage, montados lado a lado, estrutura que foi completamente aprovada pelo público. Também retorna o sistema de pagamento Cashless, que eliminou as filas, dando mais conforto aos consumidores. Uma grande novidade na edição 2017 será a escalação das bandas que se apresentarão no palco Thunderdome, que será inteiramente dedicado ao hardcore.

Seguindo a tradição de grandes festivais como o Wacken e o Hellfest, a Move Concerts e as 2,5 mil pessoas que trabalharam na organização da primeira edição do Maximus Festival apostam suas fichas na qualidade e na construção lenta e cuidadosa do evento para que se torne o “irmão” sul-americano desses festivais poderosos, o melhor festival de hard rock em nosso continente, mas com as cores e os temperos latinos.

No sábado, dia 13 de maio de 2017, um novo capítulo desta história será escrito, com a realização da segunda edição do Maximus Festival. Tudo embalado pelo mesmo cuidado com as atrações especiais de gastronomia, entretenimento e diversão que transformaram em um enorme sucesso a primeira edição do evento.

Ainda existem ingressos à venda no site da Livepass. Os valores iniciais vão de R$ 220 a R$ 800 reais. O festival conta com o patrocínio da SKY e da BUDWEISER e apoio do MONSTER energético. Confira mais informações no site oficial.

Confira o Line Up completo: http://maximusfestival.com.br/artistas.html

Fonte: Midiorama

 

Suicidal Tendencies: "Com o Suicidal, é empolgação toda noite"

Por Rogério Talarico e Laís Tomaz

Após um ano, o Suicidal Tendencies retornou ao Brasil para uma série de 3 shows. O Festival Honorsounds, aproveitou a vinda de Mike Muir e cia e trouxe a banda um pouco antes da turnê iniciar para um encontro com a imprensa que aconteceu na última terça, dia 25 no auditório de um dos patrocinadores do evento, a empresa Artwalk, situada na região da Lapa, em São Paulo.

Conhecidos como os criadores do skate punk e extremamente conhecidos pelo público hardcore e crossover, a banda atualmente formada por Mike Muir nos vocais, Dave Lombardo (ex-Slayer) na bateria, Jeff Pogan e Dean Pleasants nas guitarras e Ra Díaz  no baixo estavam bem sorridentes e além de interagirem entre si, brincaram a todo momento com a imprensa, até mesmo nos momentos de falha técnica do microfone, o que certamente ajudou a descontrair a entrevista com mais de 25 veículos de comunicação da imprensa especializada e mainstream.

A banda que veio ao brasil para divulgar seu último trabalho intitulado “World Gone Mad”, lançado em setembro de 2016, iniciou a coletiva respondendo as perguntas da imprensa e, quando questionado sobre o trabalho de composição do álbum, Muir declarou que banda o compôs em conjunto, como uma equipe e ainda afirmou que colocaram a alma nesta composição mas, por ser muito exigente, falou aos seus companheiros de banda que, se o álbum não ficasse bom eles não lançariam o disco mas que felizmente deu certo.

Sobre as inspirações do nome do disco, Muir falou: “com nosso envelhecimento e amadurecimento, todo mundo aprendeu a mentir mais, o mundo se tornou um lugar mais falso”, e citou como exemplo os filhos dele, pois esta tentando passar valores para eles, para que não crescam "num mundo de mentiras” e ainda completou falando que “o mundo esta estranho, mas cada um de nós podemos escolher se queremos fazer parte disso ou não”.

“World Gone Mad” é o primeiro álbum da banda que conta com o lendário baterista Dave Lombardo (ex-Slayer) segurando as baquetas da banda. Quando questionado sobre como é tocar com o Suicidal Tendencies, Lombardo disse: “eu sou fã da banda há muito tempo. O que sinto em tocar com os caras do Suicidal é a honestidade no que fazemos, sempre escolhi as bandas que eu toco pela honestidade. Eu vi isso nesta banda, e com esses caras eu sei que quando eu subir no palco, sei que eu sentirei isso, com o Suicidal estarei empolgado toda noite.”

Sobre o seu contato com Robert Trujillo, ex-baixista da banda e atualmente baixista do Metallica e ainda sobre a primeira vez em que veio com a banda ao Brasil para se apresentar no Festival Monsters of Rock em 1994 acompanhado por Trujillo, Mike (único integrante original remanecente na banda) falou: “Ainda possuo bastante contato com Trujillo, recentemente mandei mensagem a ele parabenizando pelo desempenho de seu filho, Tye Trujillo de apenas 12 anos excursionando como baixista temporário do Korn, definitivamente Robert é uma pessoa muito mais paciente com crianças do que eu”, respondeu dando gargalhadas.

Quando perguntado sobre sua opinião acerca de Donald Trump, atual presidente dos Estados Unidos, Mike afirmou: “Eu não gosto de política. Política destrói o coração das pessoas. Política é sobre poder e se manter no poder. Temos que nos lembrar sobre o que é a vida. Eu odeio o que Trump representa para o mundo”.

Na quinta, 27 de abril, a banda inicia a turnê na casa de shows Imperator no Rio de Janeiro. Seguindo no dia 28 para o festival Abril Pro Rock em Recife e finalizando no sábado 29 com um show no Tropical Butantã em São Paulo.

HonorSounds é um projeto de comunicação itinerante que oferece para artistas de diferentes nichos a oportunidade de organizar movimentos e apresentações musicais dentro de um espaço mainstream com estrutura e atuação no âmbito social através da ação #corridacontrafome que realiza o sonho do fã em conhecer o artista e alimenta o crescimento de jovens e adultos com deficiência mental e intelectual através das doações.


Para mais informações sobre o show em São Paulo, clique aqui.

Agradecimentos a Damaris Hoffman da Hoffman & O'brian e ao Costábile Salzano Jr da The Ultimate Music pelo convite.

 

Em duas semanas, Evanescence retorna ao Brasil para três shows

Depois de um hiato de 4 anos, o Evanescence retorna ao Brasil para três shows, comemorando uma nova fase em sua carreira de enorme sucesso.

Formada em 1995, na cidade de Little Rock (Arkansas) por Amy Lee e Ben Moody, na época com 13 e 14 anos, o Evanescence sempre teve como diferencial, uma sonoridade única.

Como descreveria Amy Lee – “Evanescence significa dissipação ou o desaparecimento como vapor. É uma palavra que a maioria das pessoas nunca escutou, porque nós saímos do nada e nós queremos esse elemento de mistério em nossa música. Acho também que é uma palavra linda, como nossa música”.

Em 1998, a banda lançou seu primeiro EP, com a ajuda dos amigos e futuros integrantes, o baterista Rocky Gray e o baixista Will Boyd. Logo em 1999, o primeiro disco Origin foi lançado, mas foi apenas em 2003 com o álbum Fallen que a banda ganhou reconhecimento internacional ao vender mais de 15 milhões de cópias e receber muitos prêmios, entre eles 2 Grammy Awards.

Tamanho triunfo permitiu ao grupo realizar diversas turnês ao redor do mundo e gravar o DVD Anywhere But Home, mesmo após o impacto da saída de Ben Moody.

Com o lançamento em 2006 do disco The Open Door, o Evanescence ampliou ainda mais o número de países por onde passou, vindo a primeira vez ao Brasil em 2007.

Entre 2008 e 2011 foram muitos shows, paradas para projetos solos, projetos pessoais, troca de músicos e finalmente em 2011 a reunião da banda, agora composta por Amy Lee (piano e vocal), Terry Balsamo e Troy McLawhorn (guitarras), Tim McCord (baixo) e pelo Will Hunt(bateria) para gravar o álbum auto intitulado Evanescence produzido por Nick Raskulinecz (Alice in Chains, Deftones), seguido de uma nova turnê em 2012. Desde então a banda pouco apareceu em público, optando por realizar apenas alguns pequenos shows.

Ao que tudo indica, esta grande banda, com grandes histórias, parece estar hoje em sua melhor fase, emocional e profissional, mais felizes e animados com o início em 2017 de uma nova jornada, que começara pelos shows na América do Sul, incluindo o Brasil. Em entrevista recente, Amy Lee falou que está preparando algo novo para o Evanescence que poderá “levar a banda a outro caminho”.

Já se sabe que uma das grandes novidades é a nova integrante, Jen Majura, reconhecidamente uma talentosa guitarrista, que certamente somará muito a banda.

As outras novidades, os fãs terão que esperar para assistir pessoalmente nas três apresentações da banda no Brasil: Dia 20/Abril no Net Live em Brasília, Dia 22/Abril no Vivo Rio no Rio de Janeiro e Dia 23/Abril no Espaço das Américas em São Paulo.

Para mais informações sobre os shows, clique aqui.

 

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